Gilmar França

Gilmar França
A serviço da categoria!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

FEESSERS elege nova diretoria, dando vitória à Chapa 01 com 70% dos votos



Resultados preliminares de 98% dos votos apurados indicam que, nas eleições realizadas de 25 a 27 de abril na FEESSERS, dão a vitória para a Chapa 01, liderada por Milton Kempfer com mais de cinco mil votos, representando cerca de 70% dos votantes associados aos SINDISAÚDES filiados.

A nova diretoria para o quadriênio 2012 a 2016 deverá ser empossada pela Comissão Eleitoral assim que os últimos resultados forem computados.

Milton Kempfer afirma que foi uma vitória do conjunto dos trabalhadores da categoria para dar continuidade a um trabalho que deu visibilidade e defendeu a categoria. “Nossa atuação em prol da defesa dos interesses dos profissionais e da saúde da população continuará a ser executado com a ajuda da maioria dos nossos sindicatos filiados e dos trabalhadores da saúde.”

Segundo Milton, serão intensificadas as atividades de formação, apoio, campanhas já iniciadas de ampliação do número de associados e atividades culturais e esportivas. “Vamos buscar a união e o fortalecimento da categoria, criando condições para negociações equilibradas com governos e a patronal: única forma para continuar a obter conquistas.”    

Apesar de comemorar o resultado, ele lamenta que, um processo eleitoral tranquilo tenha sido tumultuado pela ação inconsequente de um único sindicato, prejudicando o andamento normal dos trabalhos e a condução da Campanha Salarial dos SINDISAÚDES.

“Desde o mês de outubro de 2011, a Federação enfrentou uma situação sem precedentes em sua trajetória, que trouxe prejuízos políticos à entidade e à categoria, observa o dirigente do SINDISAÚDE de Cruz Alta.”, finaliza.

Rosa Pitsch (MTb-5015)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ação pede a inconstitucionalidade de norma que transformou o Hospital Getúlio Vargas em fundação pública de direito privado


Foto : Roberto Vinicius CP memória
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ/RS) julga a constitucionalidade da Lei Municipal 3.224, de 25 de junho de 2010, que transformou o Hospital Municipal Getúlio Vargas, de Sapucaia do Sul, em fundação pública com personalidade jurídica de direito privado. Desembargadores do TJ/RS votaram segunda-feira pela procedência da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo Sindisaúde e Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos e Serviços de Saúde do Vale dos Sinos. Faltam os votos de dois desembargadores, ainda sem data para ocorrer.

O relator no Órgão Especial do TJ/RS, desembargador Carlos Rafael dos Santos Júnior, avaliou que a lei complementar que define as áreas de atuação das fundações para a prestação de serviços públicos deve ser federal, e não estadual ou municipal. "Entendo que enquanto não é aprovada a norma federal regulamentadora do desempenho das atividades típicas de Estado por fundações, estas não possam ser instituídas, seja no âmbito da União, dos estados ou dos municípios", reforçou. Os magistrados também avaliaram procedente o argumento das entidades de que a lei pretende driblar a necessidade de contratação de pessoal submetido ao Regime Estatutário, em violação ao princípio da moralidade administrativa.

O presidente do Sindisaúde, Gilmar França, afirma que o sindicato está lutando para que os princípios do Sistema Único de Saúde - que definem a área como responsabilidade do município e direito do cidadão - sejam cumpridos rigorosamente. De acordo com ele, a justificativa de que as fundações têm vantagens como a contratação de pessoal de forma mais ágil não passa de fachada para uma questão bem mais séria, que é a questão previdenciária. França explica que, com a contratação por Regime Estatutário, como acontecia antes, o funcionário que recebia R$ 8 mil, por exemplo, ao se aposentar ficaria com o mesmo salário de aposentadoria. Já na situação de Celetista, como são os contratos por meio de fundação pública de direito privado, o trabalhador que ganha R$ 8 mil se aposenta com o teto máximo da Previdência, que tem valor menor.

De acordo com o procurador-geral de Sapucaia do Sul, José Luiz Tassinari, o município não foi notificado pelo TJ/RS e não teve chance de apresentar a sua defesa, fato que pode levar a prefeitura a pedir a nulidade do processo. Tassinari afirmou que analisará o documento e marcará audiência, durante a semana, no TJ/RS. Em se confirmando a decisão de inconstitucionalidade da lei, a administração ainda poderá recorrer da sentença ou alterar a lei de forma a adequá-la.

Fonte: Correio  do Povo de 25 de Abril

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Justiça nega para Chapa 02 nova tentativa de suspensão das eleições da FEESSERS



A Justiça indeferiu ontem, mais uma vez, uma tentativa de impugnação das eleições da FEESSERS por parte da Chapa 02, liderada pelo SINDISAÚDE de Bagé.

O Juiz Raul Zoratto Sanvicente indeferiu ontem (24/04) mais uma iniciativa, pedindo a suspensão das eleições da FEESSERS, iniciadas hoje, 25 de abril em todo o RS.

A oposição alegava que a Comissão Eleitoral estaria beneficiando a Chapa 01 com informações privilegiadas e pretendia a instalação de uma junta governativa. O magistrado, no entanto, considerou as alegações apresentadas como inválidas.

Para ele, o acordo anteriormente firmado entre a Federação e a Chapa 02 no dia 13 de março determinou a realização das eleições nos dias 25, 26 e 27 deste mês.

Um acordo na esfera judicial não permite que nenhum dos dois lados recorra de sua decisão. Ele tem força de sentença e o Sindicato de Bagé, autor da nova iniciativa, pode ser questionado por uma tentativa de violação do acordo firmado anteriormente.

Segundo ele, tanto a representante da chapa de oposição e o seu procurador estavam presentes no ato de um novo acordo, em 04 de abril, e para tanto não podem questionar o mesmo.

Diante disto, o juiz chega a considerar a existência de má fé por parte do grupo de oposição. Embora deixe a apreciação deste fato para um segundo momento, declarou a continuidade da realização das eleições.        

Confira o despacho da Justiça no www.trt4.jus.br
Processo Nº: 0009391-60.2011.5.04.0000

segunda-feira, 23 de abril de 2012

INVÁLIDADA LEI QUE TRANSFORMOU HOSPITAL DE SAPUCAIA DO SUL EM FUNDAÇÂO PÚBLICA DE DIREITO PRIVADO

Os Desembargadores do Órgão Especial do TJRS, em sessão realizada nesta segunda-feira (23/4), consideraram inconstitucional a Lei Municipal de Sapucaia do Sul nº 3.224, de 25 de junho de 2010, que transformou o Hospital Getúlio Vargas, antes autarquia municipal, em fundação pública com personalidade jurídica de direito privado.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade(ADIN) foi proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos e Serviços de Saúde do Vale dos Sinos e pelo SINDISAÚDE, sustentando que a transformação viola o princípio da reserva legal, uma vez que autarquia só pode ser extinta por lei específica, conforme artigos 37 da Constituição Federal e 8 da Constituição Estadual.

Também afirmam que a lei pretende driblar a necessidade de concurso público para a contratação de pessoal submetido ao Regime Estatutário, em evidente violação ao princípio da moralidade administrativa.

Julgamento

O relator da matéria no Órgão Especial do TJRS foi o Desembargador Carlos Rafael dos Santos Júnior.

Na decisão, o magistrado votou pela procedência da ADIN, argumentando que a lei complementar definidora das áreas em que se admitirá a atuação das fundações para a prestação dos serviços públicos deve ser federal, não se podendo admitir que a lei seja Estadual ou Municipal.

Conforme o artigo 37, inciso XIX, da Constituição Federal, somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei complementar, neste último caso, definir as áreas de sua atuação.

Entendo que enquanto não é aprovada a norma federal regulamentadora do desempenho das atividades típicas de Estado por fundações, estas não possam ser instituídas, seja no âmbito da União, dos Estados ou dos Municípios, finalizou o Desembargador relator.

O voto foi acompanhado por unanimidade dos Desembargadores do Órgão Especial do TJRS.

ADIN nº 70041836461

Fonte: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO.

domingo, 22 de abril de 2012

MOVIMENTO É LANÇADO EM PASSO FUNDO


Entidades buscam 1 milhão de assinaturas por 12% para o SUS gaúcho


Com o objetivo de defender os interesses da sociedade, várias entidades uniram-se no "Movimento Saúde Rio Grande Um Milhão de Razões para Cumprir a Lei", para exigir do governo do Estado o cumprimento da Lei Complementar 141/2012, que determina a aplicação imediata de 12% por parte do poder público estadual, da receita líquida de impostos e transferências em ações específicas de saúde.

O movimento foi lançado na tarde de sexta-feira (20), no anfiteatro da Faculdade de Direito da UPF, em Passos Fundo com a presença de lideranças regionais.

A iniciativa é liderada pela OAB/RS, com a participação de diversas entidades representantes da sociedade civil organizada. Participaram da audiência pública em Passo Fundo a presidente da OAB Subsecção Passo Fundo, Patrícia Alovisi, o prefeito de Passo Fundo, Airton Dipp, o presidente do Conselho Estadual de Saúde do RS, Paulo Humberto Gomes da Silva, o deputado federal, Darcísio Perondi, deputado Estadul, Luciano Azevedo e representantes das entidades, Abrasus, Amrigs, CRA/RS, Cremers, Famurs, Federação das Santas Casas, Feeesers, Fehosul, Simers, Sindiberf e Sindisaude.

De acordo com a presidente da OAB Subseção Passo Fundo, Patrícia Alovisi, a aplicação do índice deve ser feita de forma imediata. “O nosso Estado é último colocado no ranking de aplicações em saúde, sendo que o penúltimo colocado investe o dobro do RS. Precisamos mostrar que o governo tem que aplicar de forma imediata e não somente no próximo ano. A lei está aí para ser aplicada, por isso vamos dar ao governador um milhão de razões para cumprir a lei, apesar de que isso não seria necessário, afinal lei é para ser cumprida”, afirma a presidente.

Entre as falas, muitas manifestações positivas. Dipp garantiu total apoio ao movimento. “Este é um movimento necessário em defesa da saúde dos gaúchos. Apoio integralmente o movimento e estarei presente no ato público”, afirmou o prefeito.

No âmbito nacional, a OAB e a Associação Médica Brasileira (AMB) estão capitaneando a coleta de assinaturas para o anteprojeto de lei que busca rever a Lei número 141/12 e fixar a obrigatoriedade de a União Federal aplicar 10% de sua receita bruta no Sistema Único de Saúde.

Abaixo-assinado

Para mobilizar o Governo do RS, o movimento irá percorrer o Estado para coleta de assinaturas que, ao final, serão entregues poder público estadual no dia 29 de junho, a fim de sensibilizar sobre a importância do cumprimento da lei. Os líderes do Movimento pretendem coletar cerca de 1 milhão de assinaturas. Os documentos estão disponíveis hospitais públicos do RS e nas sedes da OAB/RS em todo o Estado.

Liliana Crivello- Diario-AM

UM MILHÃO DE RAZÕES PARA INVESTIR NA SAÚDE

O Movimento Saúde Rio Grande- Cumpra-se a Lei realiza um abaixo-assinado em sete pólos regionais para pressionar o Estado a aplicar imediatamente os 12% da receita na saúde

Um movimento formado por 12 entidades, liderado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), quer tirar o Rio Grande do Sul do último lugar no ranking brasileiro de investimento na saúde. A lei determina que os Estados apliquem no mínimo 12% da Receita Líquida de Impostos e Tranferências (Relit). O governo gaúcho investe apenas 6,1%, enquanto os demais Estados aplicam entre 25% e 11%. Na tarde de sexta-feira (20), Passo Fundo foi sede do movimento e reuniu diversas instituições ligadas a saúde.

Uma lei complementar sancionada em janeiro de 2012, nº 141/2012, determina os valores mínimos a serem aplicados anualmente na saúde pela União, Estados e Municípios. A União deve investir deve aplicar na saúde o valor empenhado (reservado para gasto) no orçamento anterior, acrescido da variação nominal do produto interno bruto (PIB). Os Estados precisam aplicar 12% e os municípios 15% em ações e serviços públicos. Dos 27 Estados, o governo gaúcho é o que menos investe neste setor. Em 2009 investiu 5,1%, em 2010 aplicou 5,8% e em 2011 6,1%. O penúltimo colocado no ranking investe 10,25%, muito acima do RS.

A presidente da subseção da OAB em Passo Fundo, Patrícia Alovisi, disse que esse é um problema histórico dos governos gaúchos e estão recebendo apoio em todas as mobilizações realizadas. Ela frisou também que a falta de investimentos sobrecarrega o judiciário. “Estamos numa luta grande de acúmulo de processos no judiciário de Passo Fundo. Se faltam valores na saúde, as pessoas procuram a Justiça para ter seu direito garantido e dessa forma cria-se mais serviço. Uma dificuldade que poderia ser evitada se o Estado cumprisse com a Lei”, disse Patrícia.

O movimento coleta assinaturas para um abaixo-assinado que será entregue para o governador Tarso Genro, no dia 29 de junho. Um ato público será realizado na sede da OAB, em Porto Alegre, das 10h às 12h. No âmbito nacional, estima-se coletar no mínimo 1,5 milhão de assinaturas por uma lei de iniciativa popular que obrigue a União a gastar 10% de suas receitas com a saúde.

Kelly Filippi/O Nacional
NataliaFávero/O Nacional

sábado, 21 de abril de 2012

HOSPITAL É CONDENADO A PAGAR INDENIZAÇÃO Á TRABALHADORA POR " PERDA DE UMA CHANCE"

Publicado em 13/04/2012

Por decisão unânime, a Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho condenou um Hospital a indenizar trabalhadora que foi dispensada na véspera da abertura do prazo para as inscrições nas eleições da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).

O membro eleito para CIPA tem direito à estabilidade no emprego desde a sua inscrição até um ano após o término do seu mandato, ou seja, tem assegurado dois anos de estabilidade. No episódio em destaque, a trabalhadora perdeu a chance de candidatar-se à CIPA por ter sido dispensada na véspera das eleições, e, portanto, a chance de garantir sua estabilidade.

No caso, ficou comprovado que a trabalhadora, que já havia sido Cipeira em gestões anteriores, teria grandes chances de eleger-se novamente se não houvesse sido despedida.

Assim, por ter feito a empregada perder essa chance, o Hospital foi condenado a pagar indenização correspondente a 80% do valor relativo a dois anos de trabalho (incluindo 13º salário, férias com 1/3, FGTS com multa de 40% e todas as demais vantagens salariais a que teria direito caso estivesse trabalhando).


Fonte: WFM&AA

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Quem são os iguais perante a lei?


Somos filhos e filhos das mesmas utopias e dos mesmos sentimentos de fraternidade de solidariedade, humanidade e liberdade. Cada um de nos com a suas histórias de vida e trajetórias nos tornamos protagonistas das modificações que nos levaram de um regime e execução a um Estado Democrático de Direito.

Durante todo este período o mundo sofreu modificações enormes. Colhemos os frutos de muitas lutas. Sofremos muitas derrotas e tivemos poucas, mas históricas vitórias.

Muitos resistiram, alguns sucumbiram e outros desistiram. Mas no final, com os erros e acertos que todos nós cometemos, um instrumento permanece. E em honra a este período todo de vitórias e derrotas esta ferramenta de humanização e coesão social não pode jamais ser usado para justificar nossos erros no presente. A Constituição Federal promulgada em 5 de outubro de 1988 não é escudo para desvios de gestores públicos.

Ela representa o nosso Brasil com seus erros e acertos. Foi construída pela vontade popular de todo um povo que foi para a rua e clamou por mudança e se tornou protagonista de toda uma nação. 

E lamentável para mim e milhares de gaúchos que vivemos estes momentos, ver parceiros de lutas históricos estarem agora capitulando e se acobertando em baixo da Constituição Federal para demitir 1.300 trabalhadores da saúde da Estratégia da Saúde da Família - ESF na cidade de Porto Alegre.

Qualquer outro motivo pode ser usado pelo o executivo municipal para demitir os trabalhadores do ESF em Porto Alegre, menos a Constituição Federal que o povo construiu e os governantes desde 05 de outubro de 1988, insistem em rasgar. Basta.

A Estratégia de Saúde da Família vem sendo instituída em Porto Alegre desde 1994. Naquela época já era de conhecimento dos gestores a constituição desde 1988. Saúde é um dever do Estado e um direito dos cidadãos. A terceirização destes serviços tem sido combatida e ainda é matéria de discussão judicial.

Mesmo assim, os trabalhadores da ESF vieram se somar aos trabalhadores da rede municipal de saúde básica. Sempre ganhando menos do que seus colegas estatutários, nunca se esquivaram de cumprir sua missão. Sofreram com variadas formas de contratação.
Denunciamos os erros, como as até hoje mal contadas irregularidades do Instituto Sollus. Exigimos a incorporação destes trabalhadores ao quadro de efetivos servidores municipais, única forma de realmente honrar a constituição e o Sistema Único de Saúde - SUS.

No último embate a Câmara de Vereadores aprovou a criação do IMESF – Instituto Municipal da Saúde da Família, que é contestado na justiça e vem sendo implantado através de instrumentos jurídicos que postergam o julgamento do mérito.

E eis que então, escondidos atrás do argumento da contratação por concurso público, vem o prefeito pretender que trabalhadores contratados há 20 anos entreguem seus postos a servidores aprovados em concurso. Mas somente após estes injustiçados treinarem os aprovados em concurso. Uma temeridade.

Se a constituição devia ser cumprida em 1994, porque somente agora vem a “regulamentação”, lembremos que o IMESF pode vir a ser declarado inconstitucional.

Por que pretender a punição injuriosa das vítimas no lugar em que deveriam estar respondendo os algozes? Aqueles que, mesmo conhecendo as leis, as vêm descumprindo sistematicamente. Para seus interesses muitos gestores vêm pretendendo abrandar a interpretação do texto constitucional em favor das terceirizações e parcerias onde a obrigação deveria ser da administração direta.

Lembremos que o mesmo já ocorreu com servidores do GHC. Cerca de 1400 foram efetivados no serviço público, seus cargos tornados em extinção para que sua substituição após a aposentadoria possa ser realizada por concurso público conforme exige a Constituição Federal.

O que os trabalhadores da ESF exigem é uma isonomia de tratamento. Semelhante a que os Juízes gaúchos pretendem no caso do “auxílio moradia” concedido a parlamentares com os quais pretendem igualdade de remuneração salarial. São 600 milhões de reais. Logo serão 2 bilhões com o efeito cascata advindo de o benefício, pelo critério da isonomia, ser estendido ao Ministério Público.

No caso dos trabalhadores da ESF não será gerado nenhum custo.  A simples incorporação destes trabalhadores com uma longa ficha de serviços prestados em prol da saúde dos porto-alegrenses aos quadros dos servidores do IMESF evitará uma evidente injustiça. Apenas eles deixarão de serem vítimas do erro de gestores incompetentes. Eles serão tratados como os trabalhadores do GHC. Exatamente como desejam os juízes gaúchos em relação aos parlamentares: Isonomia, igualdade de tratamento.

Se a constituição foi descumprida que os responsáveis sejam punidos. Não os trabalhadores da saúde!

domingo, 15 de abril de 2012

TRABALHADORES NOTURNOS CORREM MAIOR RISCO DE TER DIABETES

Pessoas que têm padrões de sono irregulares e não dormem tempo suficiente estão no grupo de maior risco de desenvolver síndrome metabólica e diabetes, de acordo com pesquisadores do Brigham and Women Hospital, nos Estados Unidos. Na pesquisa publicada no site da BBC, os profissionais da área sugerem que a perturbação do sono leva a um pior controle da glicose e do metabolismo que, ao longo do tempo, aumentam o risco de obesidade e diabetes.

Para o trabalho foram examinados 21 voluntários saudáveis durante um período de seis semanas. Os participantes foram incentivados a dormir menos e em camas variadas, padrões de sono semelhantes aos vividos por trabalhos de turnos. Os pesquisadores controlaram quantas horas de sono cada participante tinha, bem como quando eles dormiam e outros fatores, como atividade e dieta. Os voluntários começaram com a obtenção de sono ideal (cerca de 10 horas por noite). Após três semanas eles começaram a apresentar 5,6 horas de sono por período de 24 horas e com o sono ocorrendo em todos os momentos do dia e da noite, simulando o calendário de rotação dos trabalhadores de turnos.

Os pesquisadores viram que a restrição prolongada do sono com interrupções no ritmo circadiano reduziu a taxa metabólica de repouso. Além disso, durante este período, as concentrações de glicose no sangue aumentaram após as refeições em função da baixa secreção de insulina pelo pâncreas. Segundo os autores, uma diminuição da taxa metabólica de repouso pode se traduzir em um ganho de peso anual. Maior concentração de glicose e baixa secreção de insulina poderiam levar a um risco maior de desenvolver diabetes.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas atuais confirmam essa relação.

TERRA

sábado, 14 de abril de 2012

Presidente do SINDISAÚDE-RS, Gilmar França fez uso da Tribuna Popular da Câmara Municipal de Porto Alegre.





Em sessão plenária, ao se pronunciar, Gilmar França enfatizou a necessidade premente que o Executivo tem de rever a sua posição em relação à abertura de concurso para agentes comunitários de saúde.

Neste caso, o ponto principal a ser revisto, é a situação em que ficarão os funcionários que atualmente prestam serviços nos PSFs de Porto Alegre. Na atual proposta da prefeitura, todos os funcionários deverão prestar concurso, e concorrer com os outros inscritos nas conformidades das regras que regem um concurso.

Mas se assim for, os trabalhadores dos PSFs serão descartados pela prefeitura, que só agora, nesta nova gestão do IMESF, resolveu exigir concurso para a admissão de funcionários.

A posição do sindicato e da categoria é clara, e todos são a favor de contratações através de concursos, mas deve-se observar que todos trabalhadores do PSFs foram contratados a 20 anos da forma que a prefeitura exigiu, e todos cumpriram as determinações da administração municipal daquele momento, estando isentos de qualquer culpa sobre o processo de contratação feito.

O que se quer hoje para os trabalhadores é que; as contratações que forem feitas a partir de agora sejam feitas através de concurso, e que se mantenham todos os trabalhadores atuais nos seus postos, sem que sejam afetados pelas determinações do IMESF.

Caso semelhante aconteceu há 10 anos, quando 1300 funcionários do GHC tiveram regularizadas as suas funções após terem sido contratados sem prestar concurso.

Entendendo que houve omissão da câmara no sentido de propor uma regulamentação que atenda e preserve os diretos de todos os envolvidos, o presidente Gilmar França acenou com a possibilidade de que venha a acontecer uma paralisação dos serviços prestados, caso a prefeitura não entre em acordo com o sindicato e atenda as solicitações dos trabalhadores dos PSFs.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PROFISSIONAIS DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMILIA DECIDEM ENTRAR EM GREVE A PARTIR DE QUARTA- FEIRA NA CAPITAL.

Secretaria Municipal da Saúde entende como ilegal proposta da categoria para que o Imesf incorpore os atuais funcionários, a fim de que não haja demissões
Em assembleia realizada na noite desta quinta-feira, trabalhadores de nível médio do Programa de Saúde da Família (PSF) da Capital, filiados ao Sindicato dos Profissionais de Saúde do Estado (Sindisaúde), decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado, a partir de quarta-feira que vem.

Conforme o presidente do Sindisaúde, Gilmar Luis de França, a maioria dos auxiliares e técnicos de enfermagem e saúde bucal se mostra descontente com a postura da Prefeitura em relação ao futuro da categoria a partir da criação do Instituto Municipal de Estratégia da Saúde da Família (Imesf). “Nenhum funcionário é concursado do município, mas se dedica com afinco à função. Há muitos estagiários fazendo função de profissional. O ideal é de que eles sejam incorporados ao Imesf, que vai ter concurso público em breve. O que não pode é o Executivo demitir todos, sem lembrar do tempo de dedicação que tiveram”, avaliou França.

O dirigente assegurou que a categoria vai respeitar o limite mínimo de profissionais trabalhando, conforme estabelece a lei de greve. Segundo o sindicato, dos 330 profissionais ligados ao PSF, 120 participaram da assembleia.

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece, de outro lado, que, desde o início, deixou claro que a única forma de ingresso no Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (Imesf) é o concurso público estabelecido por lei, sendo obedecidos os critérios de seleção conforme determina a Constituição Federal.

Segundo uma nota emitida pela Pasta, o sistema sugerido pelo Sindicato é ilegal, uma vez que o desejo é de que os profissionais hoje ligados à Estratégia de Saúde da Família sejam “incorporados” ao Imesf, contrariando o princípio universal de seleção pública, o que implica em um ato de improbidade administrativa por parte do gestor público.

De acordo com dados da Prefeitura, em Porto Alegre, o Programa de Saúde da Família teve início em 1996 e atualmente soma 171 equipes que atendem a uma população de 290 mil moradores.

Ouça o áudio: Presidente do Sindisaúde, Gilmar Luis de França, explica as reivindicações da categoria
Ouça o áudio: Presidente do Sindisaúde, Gilmar Luis de França, relata como a paralisação vai ocorrer

Fonte: Wagner Machado / Rádio Guaíba

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sindisaúde pede mais valorização para trabalhadores do PSF






















Na Tribuna Popular desta quinta-feira (12/4), o presidente do Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos Duchistas, Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul (Sindisaúde/RS), Gilmar Luís de França, pediu aos vereadores mais valorização aos profissionais que trabalham no Programa de Saúde da Família (PSF) em Porto Alegre.

De acordo com França, o Executivo está abrindo concurso para agentes comunitários de Saúde sem regularizar a situação dos atuais trabalhadores. "Os servidores contratados que construíram o PSF durante 20 anos na cidade serão descartados pela prefeitura por não terem concurso", reclamou ao afirmar que a Câmara Municipal também foi omissa ao não propor uma regulamentação da atual condição.

Segundo o presidente, os profissionais da Saúde deverão fazer paralisação a partir da noite desta quinta-feira para chamar a atenção da prefeitura de Porto Alegre e da sociedade para o descaso que existe. "Vamos entregar nossa carteira de trabalho para o Instituto de Cardiologia que nos contrata e reivindicar a legalização de todos os trabalhadores do Programa hoje", avisou ao complementar com veemência: "É injusto que enquanto estamos trabalhando em um posto de saúde, sejamos substituídos por aqueles que estão em casa estudando."

França disse que trabalhadores devem paralisar suas atividades esta noite

Ester Scotti (reg. prof. 13387)

12/04/2012
Foto: Elson Sempé Pedroso

Ato público divulga em Pelotas campanha para investimento na saúde


A campanha Saúde, Rio Grande. Cumpra-se a lei, lançada em Porto Alegre, teve o primeiro ato público na tarde desta terça-feira (10) em Pelotas. O movimento estadual que passará por Passo Fundo, Alegrete, Santa Maria, Caxias e terminará em Porto Alegre, no dia 29 de junho, tem por objetivo apresentar o movimento e dialogar com a sociedade sobre a questão da Saúde no Estado.
Por: Fernanda Franco
A Saúde, Rio Grande pretende arrecadar em todo o Rio Grande do Sul, até o final de junho, um milhão de assinaturas que serão entregues ao governador Tarso Genro (PT). Para isso, os representantes da campanha contam com a participação dos gaúchos nos abaixo-assinados que circularão pelo Estado até a terceira semana de junho. Em Pelotas, listas para assinatura estarão disponíveis em hospitais, na prefeitura e na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
No ano de 2011, foram aplicados na saúde 5,5% e para o ano de 2012, o governo projeta aplicar 7%. Mas, de acordo com a Lei Complementar 141, pelo menos 12% da receita líquida dos estados devem ser destinados à área.
Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde no Estado do Rio Grande do Sul (Sindisaúde-RS), Gilmar França, os baixos salários e as péssimas condições de trabalho fazem com que muitos trabalhadores da saúde abandonem os empregos. Outro problema recorrente na área se refere aos afastamentos que, conforme França, atingem o percentual de 30%. Esses e outros fatores colaboram para a situação de defasagem na saúde em todo país.

domingo, 8 de abril de 2012


CHAPA 2 DA FEESSERS: QUEM SÂO ELES? O QUE ELES QUEREM?

Candidato a Presidente
ARLINDO NELSON RITTER:
  • Técnico em segurança do trabalho, funcionário do GHC, integrante do Conselho de Administração do Hospital;
  • É Presidente da ASSERGH, também é Diretor Executivo do SINDICATO DOS TÉCNICOS EM SEGURANÇA DO TRABALHO DO RS;
  • Também é Diretor 2º Secretário Geral da FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TÉCNICOS DO TRABALHO FENATEST;
  • Tem um único contrato de trabalho e desconta seu Imposto Sindical para o sistema federativo dos Técnicos em Segurança do Trabalho, cuja confederação é a CNTC e a central sindical é a CTB;
  • Com todos esses cargos perguntamos o que de concreto já conquistou para os trabalhadores do GHC? N A D A;
  • Como Presidente da ASSERGH está a frente dessa entidade que tem uma receita quase igual a do SINDISAUDE-RS e é cinco vezes maior do que a da FEESSERS. O que fez pelos trabalhadores do GHC além de algumas festinhas anuais? N A D A;
  • Qual sua intenção em concorrer para a uma entidade para qual nem contribui? Fazer o que sempre fez fofoca e politicagem;
  • Você acha que da para confiar num canditado que com estabilidade no emprego que faz uma denúncia de fraude nos serviços de lavanderia do GHC e depois ingressa na justiça para não prestar depoimento e fornecer o nome dos fraudadores? Porque ele não encaminhou a denuncia no Ministerio publico com sempre faz?
  • Qual foi o beneficio que os trabalhadores do conceição tiveram nos oito anos de mandato do Arlindo Ritter na Associação e no Conselho de administração do conceição?
  • Porque o Candidato da chapa 2 Arlindo Ritter não denunciou a direção do GHC por estar pagando salario para vera costa sem trabalhar?
  • Sera por que está sobrando Auxiliares e Técnicos de enfermagem para atender a população?
Candidata a Secretaria Geral (vice)
VERA LUCIA DA SILVA (APELIDO VERA COSTA)
  • Vera Costa foi demitida por justa causa pelo Hospital Conceição após ter aplicado Vancomicina de forma incorreta ocasionando perda de membro superior de uma paciente;
  • O Hospital fez o Inquérito administrativo e depois demitiu a funcionaria por justa causa. Entrou com processo pedindo autorização para depositar verbas rescisórias em juízo Processo 00607-2007-026-04-00-5 e Processo 00032-2007-026-04-00-0. 
  • Vera Costa entrou com processo de anulação do Inquérito e com pedido de reintegração pedindo estabilidade de Dirigente Sindical Processo 00099-2007-026-04-00-5, pois foi Diretora Executiva da FEESSERS até 2007;
  • Por erro do Hospital que não observou o prazo de 30 dias após a suspenção do empregado para apresentar a reclamação por escrito à Junta ou Juízo de Direito, em consequência o TRT extinguiu o processo do Inquérito com resolução de mérito;
  • O TRT decidiu que ela não teria mas estabilidade, que tinha terminado em dezembro de 2008, transformou em indenização e também autorizou a sua volta ao emprego, ou a sua demissão com pagamento de verbas indenizatórias.
PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR:
  • Por que o hospital não demitiu, nem reintegrou a Vera Costa até hoje?
  • Por que a Vera não voltou a trabalhar até hoje para poder receber salário? Será que não precisa de dinheiro, ou esta recebendo sem trabalhar?
  • Quanto vai custar ao Erário Público a indenização da Vera Costa desde 2007 até a Direção do Hospital resolver dar uma jeito na situação, que não se sabe quanto tempo vai levar?
  • Quanto o Hospital já pagou de indenização para a vítima do procedimento?
  • Por que a Direção do Hospital não entrou com ação regressiva contra Vera Costa?
  • Vera Costa já perdeu há muito tempo a sua condição de associada do sindicato, para poder concorrer para a FEESSERS esta depositando valores aleatórios em períodos anuais em juízo?
  • Vera Costa trabalha na ASSERGH. Será que recebe salário? Quanto? Tem carteira assinada pelo Arlindo Ritter?
QUEREMOS RESPOSTAS?

Candidato a Tesoureiro
RENATO JORGE TRINDADE CORREA
  • Ex- Presidente da FEESSERS;
  • Recebia da FEESSERS 20 salários mínimos mensais, diárias;
  • Pagamento de aluguel, ressarcimento de gastos,
  • Ou seja, metade do orçamento da FEESSERS era para pagar o seu próprio vencimento;
  • Quando saiu deixou uma entidade totalmente falida, o prédio todo detonado e sem dinheiro em caixa;
  • Ex-Presidente do SINDISAUDE SÃO GABRIEL, acabou com a entidade, entregou sem sede, sem bens e endividada;
  • Atualmente é Vice-Presidente do SINDISAUDE URUGUAIANA, um sindicato desorganizado, não aparece do CNES do Ministério do Trabalho, não possui patrimônio algum, nem conta bancária.
Candidata Executiva
MARIA CONCEIÇÃO PRESTES
  • Ex Diretora da FEESSERS, é Presidente do SINDISAUDE BAGE, sindicato desorganizado, não aparece do CNES do Ministério do Trabalho, não consegue negociar com a patronal.
CLAIR KLEIN
  • Ex Diretor da FEESSERS, perdeu o cargo, não é mais sócio do SINDISAÚDE de Santa Rosa, falsificou ata de reunião, lista de presença e ata de assembleia. Perdeu a eleição em Santa Rosa. A Comissão Eleitoral deixou concorrer mas se eleito não poderá assumir.
Candidato na Executiva
JULIO CESAR JEISSEN
  • Funcionário do Hospital de Clínicas;
  • Foi Diretor do SINDISAUDE RS e Presidente da ASCLIN, sua gestão na associação foi um desastre, colocando a entidade numa crise sem precedentes;
  • Quando tentou voltar na ultima eleição foi derrotado por mais de 800 votos de diferença.
  • Seu discurso é de que funcionários de hospitais privados e filantrópicos são invejosos por que não conseguem passar no concurso do Hospital de Clínica e ganhar bem.

domingo, 1 de abril de 2012

TRABALHADORA TEM DIREITO AO PLANO DE SAÚDE DURANTE BENEFICIO PREVIDENCIARIO

Uma trabalhadora da área da saúde teve reconhecido o direito de usufruir do plano de saúde oferecido pelo empregador, durante o período que esteve em gozo de benefício previdenciário.
O Sindicato da Saúde conjuntamente com sua assessoria jurídica, o escritório Woida, Forbrig, Magnago & Advogados Associados obteve, junto a 6ª Vara do Trabalho, o reconhecimento do direito de uma empregada afastada por doença do trabalho, usufruir do plano de saúde oferecido pelo empregador, durante o gozo do benefício previdenciário.
Também, devem ser restabelecida as cláusulas e condições da época em que procedida a alteração pelo empregador, sob pena de aplicação de multa diária em caso de descumprimento.

Fonte: Woida Forbrig Magnago